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titulo: "Ponte do arco-íris: origem do poema, quem escreveu e o significado para quem perdeu um pet"
descricao: "Ponte do arco-íris: o que diz o poema, quem escreveu (e a polêmica sobre a autoria), de onde vem a ideia e por que ele conforta quem perdeu um pet."
url: https://ummilhaodepets.com.br/blog/homenagem/ponte-do-arco-iris
categoria: "Homenagem e saudade"
autor: "Redação 1M de Pets"
publicado: 2026-08-10T10:00:00.000Z
atualizado: 2026-08-10T10:00:00.000Z
tags: ["ponte do arco-íris", "poema", "luto", "homenagem", "saudade", "morte do pet"]
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# Ponte do arco-íris: origem do poema, quem escreveu e o significado para quem perdeu um pet

> A ponte do arco-íris é a imagem, criada num curto poema em prosa, de um prado "deste lado do céu" onde os pets que morreram ficam saudáveis e felizes, esperando o tutor para atravessarem juntos uma ponte. A autoria foi disputada por décadas. Desde 2023, a atribuição mais bem documentada é a da escocesa Edna Clyne-Rekhy, que o teria escrito em 1959, um dia depois da morte do seu labrador, Major.

## Em resumo

- A ponte do arco-íris é um poema em prosa sobre um lugar onde os pets esperam, saudáveis, pelo reencontro com o tutor.
- O texto circulou por décadas sem autor, e a partir de 1995 foram feitos 15 pedidos diferentes de registro com o título 'Rainbow Bridge' nos Estados Unidos.
- Desde 2023, a autoria mais bem documentada é a de Edna Clyne-Rekhy, que o teria escrito em 1959 pelo seu labrador Major.
- Paul Dahm, William N. Britton e Wallace Sife estão entre os nomes que já foram ligados à origem do texto.
- A expressão 'atravessou a ponte do arco-íris' virou um jeito delicado de contar que um pet morreu.

A ponte do arco-íris é a imagem, nascida num curto poema em prosa, de um lugar onde os pets que morreram voltam a ficar saudáveis e felizes, correndo num campo, até o dia em que reencontram o tutor e atravessam juntos uma ponte. Se você ouviu que o seu cachorro ou o seu gato "atravessou a ponte do arco-íris", é dessa história que estavam falando.

O texto está entre os mais compartilhados por quem perdeu um bicho (clínicas veterinárias costumam entregar cópias a tutores enlutados, segundo a National Geographic), e mesmo assim passou décadas sem autor conhecido. Aqui você vai ler o que o poema diz, conhecer a história, cheia de reviravoltas, de quem o escreveu (incluindo o que ainda é incerto), descobrir de onde vem a ideia de uma ponte entre mundos e entender por que ele conforta tanta gente.

Se você está vivendo essa perda agora, sinto muito. Leia no seu ritmo, e, se quiser companhia para atravessar os primeiros dias, o guia sobre [como superar a morte do pet](https://ummilhaodepets.com.br/blog/homenagem/como-superar-a-morte-do-pet) foi escrito para isso.

## O que é a ponte do arco-íris

A ponte do arco-íris (em inglês, "Rainbow Bridge") é, ao mesmo tempo, um texto e uma ideia. O texto é um poema em prosa de pouco mais de 200 palavras (na versão original, em inglês) que descreve o que acontece com os animais depois da morte. A ideia é a de que existe um lugar de espera, bonito e tranquilo, onde eles ficam até o reencontro com quem os amou.

Com o tempo, a expressão se descolou do poema e virou linguagem do dia a dia. No Brasil, "foi para a ponte do arco-íris" ou "atravessou a ponte do arco-íris" é uma das formas mais usadas para contar que um pet morreu, ao lado de "virou estrelinha". Ela aparece em postagens de despedida, em mensagens de clínicas e crematórios, em urnas e quadros de homenagem.

## O que diz o poema, em resumo

Não vamos reproduzir o texto integral, por respeito aos direitos de quem o escreveu. Mas a história é simples e cabe num resumo, aqui contado com as nossas palavras:

1. **O lugar.** Quando um animal muito amado morre, ele vai para um lugar "deste lado do céu" chamado ponte do arco-íris. Lá há campos e colinas para correr e brincar com outros bichos, comida, água fresca e sol. Ele fica aquecido e confortável.
2. **A cura.** Os que estavam velhos ou doentes recuperam a saúde. Os que tinham se machucado ficam inteiros de novo, exatamente como lembramos deles nos melhores dias.
3. **A saudade.** Eles estão felizes, com uma exceção: sentem falta de alguém muito especial que ficou para trás.
4. **O reencontro.** Um dia, um deles para de brincar e olha para longe. Os olhos brilham, o corpo inteiro treme de alegria, e ele dispara pelo gramado, cada vez mais rápido. Ele viu você. Vocês se abraçam, e você olha de novo nos olhos que confiavam tanto em você.
5. **A travessia.** Então, juntos, vocês atravessam a ponte do arco-íris.

Repare que o poema não se demora na dor nem fala de culpa: a doença e a velhice só aparecem para dizer que ficaram para trás. Ele fala de saúde recuperada, de espera paciente e de reencontro. É por isso que ele toca tão fundo quem viu o bicho envelhecer, adoecer ou partir de repente.

## Quem escreveu o poema da ponte do arco-íris?

Esta é a parte mais curiosa da história, e vale contá-la com honestidade, porque por muitos anos ninguém soube a resposta, e várias pessoas reivindicaram o crédito.

### Décadas como "autor desconhecido"

O poema se espalhou de mão em mão, em cópias, cartões e boletins de grupos de resgate de animais. O registro mais antigo conhecido na internet é de 7 de janeiro de 1993, no grupo de discussão rec.pets.dogs, que citava o texto a partir de um boletim (de 1992 ou anterior) de um grupo de resgate de cães da raça dogue alemão nos Estados Unidos.

A explosão veio em fevereiro de 1994, quando um leitor de Grand Rapids, no estado de Michigan, mandou à famosa coluna de conselhos "Dear Abby" uma cópia que tinha recebido de uma sociedade protetora dos animais. A coluna, publicada em jornais de todo o país e lida por cerca de 100 milhões de pessoas, imprimiu o poema, avisou que o nome do autor estava faltando e pediu aos leitores ajuda para identificá-lo. Ninguém apareceu. Segundo a [National Geographic](https://www.nationalgeographic.com/animals/article/rainbow-bridge-poem-pet-death-mourning-origin-revealed), a partir de 1995 foram feitos 15 pedidos de registro diferentes com o título "Rainbow Bridge" no Escritório de Direitos Autorais dos Estados Unidos (U.S. Copyright Office).

### Os nomes que já levaram o crédito

Durante esse período, o texto foi atribuído a várias pessoas. As mais citadas:

- **Paul Dahm**, conselheiro de luto do Oregon, apontado com frequência como autor do poema, que teria escrito em 1981. Ainda hoje há cópias que circulam com o nome dele embaixo do texto. O [Tripawds](https://tripawds.com/2009/01/17/what-is-the-rainbow-bridge/), comunidade on-line de tutores de cães e gatos amputados, registrava em 2009 essa atribuição com a ressalva de que ninguém sabia ao certo, e atualizou a página em fevereiro de 2023 com o nome da autora.
- **William N. Britton**, que em 1994 afirmou ter ouvido a história de um xamã indígena norte-americano.
- **Wallace Sife**, que presidia a Association for Pet Loss and Bereavement (associação americana de apoio ao luto pet) e acreditava que a ponte era uma variação do seu poema "All Pets Go to Heaven" ("Todos os pets vão para o céu").

### A investigação de 2023 e Edna Clyne-Rekhy

A resposta mais sólida até hoje veio de um historiador da arte, o americano Paul Koudounaris, que passou cerca de dez anos trabalhando num livro sobre cemitérios de animais e esbarrava no poema o tempo todo. Ele montou uma lista com uns 25 nomes ligados de alguma forma ao texto e foi investigando e descartando um por um. Um desses nomes veio de uma menção num grupo de conversa on-line a uma certa "Edna Clyde, da Escócia", que teria escrito o poema quando o cachorro do filho morreu. Era a única mulher e o único nome de fora dos Estados Unidos na lista. Segundo a [Mental Floss](https://www.mentalfloss.com/literature/poetry/rainbow-bridge-poem), o nome e a história estavam um pouco errados, mas bastaram para que ele chegasse à autora.

A pista levou a Edna Clyne-Rekhy, artista escocesa que tinha 82 anos em 2023. Ela contou que escreveu o texto em 1959, aos 19 anos, um dia depois da morte do seu labrador, Major, que morreu nos seus braços. Ainda chorando muito, ouviu da mãe a sugestão de escrever o que estava sentindo. Sentada na sala da casa da família, perto de Inverness, escreveu a primeira linha numa folha branca, e o resto saiu de uma vez, enchendo a frente e o verso. "Simplesmente veio na minha cabeça, era como se eu estivesse conversando com o meu cachorro", disse ela à National Geographic.

Edna nunca publicou o poema. Mostrou o texto a alguns amigos, que pediram para levar cópias; ela datilografou essas cópias, mas sem o próprio nome. Depois, morou anos na Índia e mais tarde numa fazenda de oliveiras na Espanha, o que ajuda a explicar por que não fazia ideia de que o texto tinha corrido o mundo. Ela ainda guardava o rascunho original escrito à mão, que Koudounaris examinou. Ele detalhou a investigação no começo de fevereiro de 2023, e a National Geographic publicou a história no dia 22 do mesmo mês.

### O que ainda é incerto

A atribuição a Edna Clyne-Rekhy é hoje a mais aceita e a mais bem documentada: há um manuscrito, um relato detalhado e uma investigação que descartou as outras reivindicações. Ainda assim, por honestidade, vale registrar os limites: não existe uma edição impressa de 1959, e os registros públicos mais antigos do poema são do começo dos anos 1990. O caminho exato do texto entre as cópias datilografadas na Escócia e os boletins americanos não está documentado. Koudounaris notou que as versões em circulação têm pequenas diferenças de redação, sinal de que o texto já vinha sendo copiado havia algum tempo, mas a reconstrução depende, em boa parte, do manuscrito guardado pela própria autora e do relato dela.

Na prática, a forma mais justa de creditar o poema hoje é "texto atribuído a Edna Clyne-Rekhy". Se você encontrar o nome de Paul Dahm ou a indicação "autor desconhecido", saiba que isso reflete as décadas de incerteza, e não necessariamente má-fé.

| Ano | O que aconteceu |
|---|---|
| 1893 | A canadense Margaret Marshall Saunders publica "Beautiful Joe", romance narrado por um cão maltratado |
| 1902 | Sai a continuação, "Beautiful Joe's Paradise", com um paraíso para os animais |
| 1959 | Segundo o relato e o manuscrito de Edna Clyne-Rekhy, ela escreve o poema após a morte de Major |
| 1981 | Ano em que o texto costumava ser atribuído a Paul Dahm |
| 1993 | Primeiro registro conhecido do poema na internet (7 de janeiro) |
| 1994 | A coluna "Dear Abby" publica o poema sem o nome do autor (fevereiro); William N. Britton diz ter ouvido a história de um xamã |
| 1995 em diante | 15 pedidos de registro com o título "Rainbow Bridge" nos Estados Unidos |
| 2023 | Paul Koudounaris divulga a investigação, e a National Geographic publica a história (fevereiro) |

## De onde vem a ideia de uma ponte entre mundos

O poema é moderno, mas a imagem é antiga. Na mitologia nórdica, a Bifröst é uma ponte de arco-íris que liga o mundo dos humanos ao mundo dos deuses, e a semelhança costuma ser lembrada quando se fala da ponte dos pets.

Na literatura, um antecedente curioso é "Beautiful Joe's Paradise", de 1902, continuação do romance "Beautiful Joe" (1893), da escritora canadense Margaret Marshall Saunders. O livro imagina um paraíso verde onde os animais esperam pelos donos e se recuperam dos maus-tratos que sofreram em vida, embora cheguem lá de balão, e não por uma ponte.

Para Koudounaris, parte do sucesso do poema vem de preencher uma lacuna: muitas pessoas criadas no cristianismo ouviram de pais ou padres que os animais não têm alma e, por isso, não iriam para o céu. Nas palavras dele à National Geographic, a ponte "nos dá um motivo para ter esperança". E faz isso sem exigir nenhuma crença específica.

## O que significa "atravessou a ponte do arco-íris"

Dizer que um pet "atravessou a ponte do arco-íris" é uma forma carinhosa de contar que ele morreu, sem a dureza da palavra. Muita gente prefere a expressão ao contar a notícia nas redes sociais ou no grupo da família, e ela costuma ser recebida com acolhimento por outros tutores, que reconhecem a referência na hora.

Há quem não goste, e tudo bem: para algumas pessoas, a imagem soa infantil ou não combina com as suas crenças. Não existe jeito certo de falar da própria perda.

Com crianças, a expressão pede um cuidado extra. A cartilha da Universidade Paulista (UNIP) sobre a despedida dos animais de estimação recomenda explicações claras, como "ele morreu" ou "o corpo dele parou de funcionar", para que a criança entenda o que aconteceu sem falsas expectativas. A ponte pode vir depois, como uma história bonita para lembrar dele saudável, e não como substituta da verdade. O guia sobre [como explicar a morte do pet para uma criança](https://ummilhaodepets.com.br/blog/homenagem/como-explicar-a-morte-do-pet-para-criancas) mostra como fazer isso em cada idade.

## Por que o poema da ponte do arco-íris conforta tanto

Alguns motivos ajudam a entender o fenômeno, e boa parte deles aparece nos materiais de apoio ao luto:

- **Dá palavras a uma dor pouco reconhecida.** Muita gente ouve que "era só um animal" ou "foi somente um cachorro" e sente vergonha de sofrer. A cartilha da Universidade Paulista (UNIP) sobre a despedida dos animais de estimação chama isso de luto invisibilizado, aquele que a sociedade não reconhece. Compartilhar a ponte do arco-íris é um jeito de dizer "estou de luto" que os outros tutores entendem de imediato.
- **Devolve a imagem do bicho saudável.** Depois de uma doença longa, de uma velhice difícil ou de uma eutanásia, a última lembrança pode ser dolorosa. O poema troca essa imagem pela do pet correndo no campo.
- **Promete que o vínculo não acabou.** A psicologia do luto fala em vínculos contínuos (conceito de Klass, Silverman e Nickman, de 1996, citado na cartilha da UNIP): o amor por quem morreu não precisa ser encerrado, ele muda de forma. A espera na ponte é uma tradução poética dessa ideia.
- **Não exige uma fé específica.** O poema menciona o céu, mas não se prende a nenhuma doutrina, e a Mental Floss aponta essa abertura como parte do seu sucesso. Cristãos, espíritas, pessoas de outras religiões e quem não tem religião costumam lê-lo cada um à sua maneira, como crença ou como metáfora.

Se você quer entender mais sobre por que a perda de um pet dói tanto, e o que ajuda de verdade, o guia [como superar a morte do pet](https://ummilhaodepets.com.br/blog/homenagem/como-superar-a-morte-do-pet) aprofunda esses pontos.

## Como usar a ponte do arco-íris numa homenagem

A ponte pode inspirar despedidas e lembranças bonitas. Algumas ideias:

1. **Ler o texto num ritual de despedida,** em casa, com a família reunida em torno de uma foto dele.
2. **Imprimir um trecho junto com a foto preferida** e colocar num porta-retrato, no cantinho da memória ou dentro da caixa de lembranças.
3. **Mandar para um amigo que perdeu o pet,** junto com uma mensagem pessoal. As [frases para pet que morreu](https://ummilhaodepets.com.br/blog/homenagem/frases-para-pet-que-morreu) ajudam a escrever as primeiras linhas.
4. **Fazer um desenho com as crianças** do campo onde ele estaria correndo, com as cores do arco-íris.
5. **Escolher uma urna ou uma placa com o tema,** se a família optou pela cremação. O guia sobre [cremação de pet](https://ummilhaodepets.com.br/blog/homenagem/cremacao-de-pet) explica como funciona e quais são os tipos.
6. **Plantar um canteiro colorido** no lugar onde ele gostava de deitar, como um pedacinho do prado do poema.

Seja qual for a homenagem, dê o crédito à autora ("texto atribuído a Edna Clyne-Rekhy"). E, se quiser mais inspiração, o guia de [homenagem para pet](https://ummilhaodepets.com.br/blog/homenagem/homenagem-para-pet) reúne 25 ideias, para fazer em vida e depois.

## Do lado de cá da ponte

A ponte do arco-íris atravessou o mundo sem nome de autor, de cópia em cópia, porque dizia algo que muita gente precisava ouvir: que o bicho amado está bem, que a saudade é recíproca e que o reencontro é possível. Hoje sabemos que, muito provavelmente, ela nasceu da dor de uma jovem escocesa pelo seu labrador. Talvez por isso pareça tão verdadeira para quem a lê.

Enquanto o reencontro não chega, a lembrança dele pode ganhar um lugar do lado de cá. Quando você quiser, dá para [eternizar a foto e o nome do seu pet no mural de 1 milhão de pets](https://ummilhaodepets.com.br/), num quadradinho que o Brasil inteiro pode ver.

## Perguntas frequentes

### Quem escreveu o poema da ponte do arco-íris?

Desde 2023, a atribuição mais aceita é a da escocesa Edna Clyne-Rekhy, que teria escrito o texto em 1959, aos 19 anos, depois da morte do seu labrador Major. A identificação foi feita pelo historiador da arte Paul Koudounaris e divulgada pela National Geographic, com base no manuscrito original guardado por ela. Antes disso, o poema circulou como 'autor desconhecido' e foi creditado a outras pessoas, como Paul Dahm.

### O que significa 'atravessou a ponte do arco-íris'?

É uma forma delicada de dizer que um animal de estimação morreu. A expressão vem do poema, em que os pets esperam o tutor num prado antes de atravessarem juntos a ponte. No Brasil, ela é muito usada em redes sociais, mensagens de clínicas e conversas entre tutores.

### A ponte do arco-íris é uma crença religiosa?

Não pertence a nenhuma religião específica. É um texto moderno, escrito como consolo pessoal, que usa imagens parecidas com as de várias tradições, como a ponte Bifröst da mitologia nórdica. Cada família pode lê-lo como fé, como metáfora ou simplesmente como uma forma bonita de lembrar.

### Posso usar o poema da ponte do arco-íris numa homenagem?

Para uma despedida, um cartão ou uma lembrança pessoal, muita gente usa, e o gesto mais justo é dar o crédito: 'texto atribuído a Edna Clyne-Rekhy'. Se a ideia for publicar o texto completo, imprimir para vender ou usar comercialmente, verifique antes os direitos sobre a obra.

### Como explicar a ponte do arco-íris para uma criança?

Primeiro, diga com clareza que o pet morreu e que o corpo dele parou de funcionar. Depois, se fizer sentido para a família, apresente a ponte do arco-íris como uma história bonita para lembrar dele saudável e feliz. Evite dar a entender que ele vai voltar, para não criar falsas expectativas.

## Fontes

- [The 'Rainbow Bridge' has comforted millions of pet parents. Who wrote it?](https://www.nationalgeographic.com/animals/article/rainbow-bridge-poem-pet-death-mourning-origin-revealed) (National Geographic (Rachel Nuwer), 22 de fevereiro de 2023)
- ['The Rainbow Bridge': The Emotional (and Once-Lost) History of the Popular Pet Memorial Poem](https://www.mentalfloss.com/literature/poetry/rainbow-bridge-poem) (Mental Floss (Lorna Wallace), 6 de junho de 2024)
- [What is the Rainbow Bridge?](https://tripawds.com/2009/01/17/what-is-the-rainbow-bridge/) (Tripawds (2009, atualizado em fevereiro de 2023))
- [Cuidando da despedida dos animais de estimação (cartilha)](https://repositorio.unip.br/wp-content/uploads/tainacan-items/109530/266980/0_CARTILHA_LUTO-PET_Final.pdf) (Universidade Paulista (UNIP), Mestrado em Práticas Institucionais em Saúde Mental, 2026)
- [Rainbow Bridge (pets)](https://en.wikipedia.org/wiki/Rainbow_Bridge_(pets)) (Wikipedia (em inglês))
- [Beautiful Joe](https://en.wikipedia.org/wiki/Beautiful_Joe) (Wikipedia (em inglês))

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Fonte: Redação 1M de Pets, Blog do 1M de Pets (https://ummilhaodepets.com.br/blog/homenagem/ponte-do-arco-iris). Conteúdo informativo; não substitui o médico-veterinário.
